Auxílio-Doença

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Maria Rosana
Dr Henrique demora muito para o INSS mim responder depois que eu dê a entrada no benefício foi negada no dia 20de Novembro não tenho como viver meu marido mim deixou no momento que soube que eu era pôrtadora de lúpus
07/01/2019
Henrique
Olá, Sra. Maria Rosana. Esperamos poder te ajudar.
Quando o benefício é negado, há a possibilidade de entrar com recurso administrativamente.
A experiência me permite afirmar que esse recurso administrativo costuma demorar para ser julgado, de seis meses a um ano.
Para tanto, há a possibilidade também de ingressar com ação judicial para que o benefício seja deferido.
Conte conosco para te ajudar nesse sentido. Abraço.
 
08/01/2019
Waldeliz Brunetto
Bom dia. Meu marido teve infarto e ficou afastado por 06 meses. Apos 30 dias do seu retorno, ele foi demitido. Tinha 29 anos de empresa. Após 03 meses da demissão ele teve outro infarto, ficou em coma por dois meses e veio a falecer. Fui informada que cariopatia grave garante estabilidade de 01 ano. Está correta esta informação?
04/01/2019
Henrique
Olá. Sentimos muito pela sua perda. Esperamos poder ajudar da melhor forma possível. Em casos como este, o Tribunal Regional do Trabalho tem entendido que a cardiopatia grave não se enquadra no conceito trazido pela Súmula 443, que exige que, para reintegração (ou indenização), a doença grave que afeta o empregado despedido deve gerar estigma ou preconceito, presumindo discriminatória a dispensa.
Assim, seria necessário comprovar efetivamente a discriminação quanto ao ato de dispensa do seu falecido esposo.
Interessante ressaltar que a ausência de atestado demissional, que comprove o perfeito estado de saúde do empregado demitido, pode dar direito à indenização se constatado que o empregado deveria ter sido mantido afastado de suas funções, recebendo o benefício previdenciário. Entraremos em contato para melhor esclarecer. Abraço. 
08/01/2019
Vanessa Araújo Ferreira
Vou tentar resumir o que aconteceu caso eu precisa de uma ajuda jurídica. Eu fiz uma cirurgia em Março de 2017 de protese Silicone de mama e tive que retirar a protese em Setembro pois tive um liqudo que nao cessava, recoloquei pois o medico me assegurou que estava pronto para colocar, em Março de 2018 tive que retirar novamente descobri uma bactéria, tive que tomar medicamento venoso e tratar em setembro de 2018 recoloquei porém quase morri pois o processo infeccioso havia piorado fiquei internada novamente e desde então fazendo tratamento com infecctologista que descobri que terei que me submeter a uma nova cirurgia pois estou com abssesso na mama, eu fiquei internada e retornei ao trabalho após 6duas, pedi somente isso aí médico pois não queria me ausentar por medo de corte. Fui dispensada em dezembro de 2018, porém havia feito a ressonância levei ao médico mastologista do inca que me avaliou e confirmou a cirurgia e me informou que não poderia ser dispensada pro fato de estar tratando um processo infeccioso em curso,e precisarei do Plano de Saúde e etc.. Gostaria de confirmar pois segundo o médico posso recorrer a isso. Basicamente isto. Fico no aguardo se podemos da entrada nesse processo legalmente.
03/01/2019
Henrique
Olá, Sra. Vanessa. Esperamos poder te ajudar. A senhora tem direito de permanecer no trabalho até recuperar a sua capacidade de trabalho.
Depois que recuperar a condição para trabalhar, não terá direito à estabilidade, porque a situação que gerou todos esses danos não foi decorrente do trabalho. Abraço.
 
08/01/2019
Patricia vicente de Abreu
Boa tarde ! Preciso de orientação referente a transformação de cód B31 para B91 Sou bancária e diabética. Qdo fui afastada tinha adquirido depressão. Tenho comprovante. Caso precise entrar com uma a ação. Qual o procedimento ?
30/12/2018
Henrique
Olá, Sra. Patricia.
É possível realizar esse pedido administrativamente no INSS, sendo necessário a apresentação de documentos médicos, principalmente laudos, que comprovem o nexo da sua patologia com o trabalho que exerce.
 
Podemos te auxiliar com esse pedido e, caso seja negado, há a possibilidade de recorrer ao judiciário para que seja reconhecido o caráter ocupacional da sua patologia. Abraço. 
08/01/2019
WELINTON AMARAL
DR. HENRIQUE EU GANHEI NA JUSTIÇA O AUXILIO DOENÇA EM OUTUBRO 2018 TEM COMO EU SABER QUANDO O INSS VAI MIM CHAMAR PARA OUTRA PERICIA?
11/12/2018
Henrique
Olá, Sr. Welinton. Esperamos poder te ajudar. No seu caso, é preciso verificar na sua carta de concessão até que data o inss concedeu o seu benefício. Nos 15 dias finais do auxílio-doença, o senhor precisa requerer a prorrogação do benefício, caso ainda esteja incapaz para o trabalho. Pedindo a prorrogação, será agendada nova perícia para o senhor. Abraço. 
12/12/2018
WELINTON AMARAL
DR. HENRIQUE EM OUTUBRO EU GANHEI NA JUSTIÇA MEU AUXILIO DOENÇA É O JUIZ OU É A PREVIDÊNCIA QUE ME CHAMA PARA OUTRA PERICIA
11/12/2018
Henrique
Olá, Sr. Welinton. É sempre um prazer poder ajudar. Em alguns casos, quando o benefício é concedido via judicial, os juízes não colocam data final para o auxílio doença, mas, primeiramente, você precisa verificar se esse é o caso, se não, você deverá verificar até que data o juiz concedeu o benefício do auxílio-doença, para que, até os últimos 15 dias você possa pedir prorrogação, neste caso a perícia acontece pelo INS
12/12/2018
Jose Alencar de Oliveira Porto
-Boa tarde DR Henrique Lima gostaria esclarecer qual a diferença entre B91 B32
05/09/2018
Paulo Robson Damasceno
Boa tarde Sr. José.

O benefício concedido sob a espécie (B.91 - auxílio-doença acidentário) ocorre nos casos que o empregado for afastado de suas atividades profissionais em razão de ACIDENTE DE TRABALHO ou DOENÇA PROFISSIONAL. Tem por caracterísitica a manutenção da porcentagem de desconto de FGTS pago pela empresa e o empregado terá estabilidade de doze meses a partir da cessação do benefício pelo INSS.



No caso do benefício (B.32 - Aposentadoria por invalidez), serpa devido ao segurado que independente de estar em gozo de auxílio doença, for considerado INCAPAZ para o trabalho e sem possibilidade de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência.



Essas são as principais diferenças.

Esperamos ter ajudado.

Cordialmente.



 
12/09/2018
Ueslei de Moraes
Boa noite a todos gostaria de saber como faço pata reverter meu auxílio doença o médico perito negou meu pedido depois de 4 anos e ainda estou com o mesmo problema coluna cervical e e degenerativo
14/02/2018
Henrique
Olá Sr. Ueslei de Moraes,

A Dra. Fernanda já está entrando em contato com o senhor para ingressarmos com ação contra o INSS, pois se continua sem condições para trabalhar, precisa voltar a receber o benefício.

Abraço.

 

 

21/02/2018
jorge lauri fazioni
Sou advogado e preciso formular uma reclamatória em razão de demissão de empregado em gozo do benefício previdenciário de aposentadoria por invalidez. Minha dúvida diz respeito ao período laborado; O Reclamante foi admitido em 2001 tendo sido feito seu desligamento em 2005 quando passou a ser funcionário de empresa terceirizada, tendo sido indenizado por este período. Em 2006 voltou a ser "funcionário" da Reclamada, novamente foi indenizado deste novo período. Só que 3 meses após o inicio deste novo contrato, o Reclamante entrou em gozo do benefício previdenciário em razão de problemas de saúde ocasionados por sua atividade que exigia que o mesmo ficasse em pé o dia todo. Em 2017, durante a aposentadoria por invalides (cod. 92) fora demitido. Qual o período que devo fazer constar como inicial na Reclamatória?: 2001(primeiro contrato ou 2006 (último contrato)? Lembrando que os períodos 2001/2005 e 2005/2006 foram indenizados! Só para esclarecer melhor a Reclamada fechou a linha de produção que o Reclamante laborava, mas tem outras linhas em atividade (Utiliza CNPJs distintos por linhas). Agradeço se puder me ajudar!
26/01/2018
tereza maria marcal morgan
sua mae do Fernando foi demitido apos 12 anos e6 mese s com tendinopatia no ombro esquerdo tendinopatia do supraespinhoso a empresa disse que foi demitido esta certo
17/01/2018
Henrique
Olá Sra. Tereza.

Espero poder ajudá-la.

Devido ao longo tempo do contrato de trabalho, provavelmente esses problemas de saúde são decorrentes da função desenvolvida. Neste caso seu filho poderá ter direito à indenização (danos morais, pensão e plano de saúde ou ressarcimento de despesas) que deve ser paga pela empresa.

Também poderá ter direito a benefício do INSS, ou seja, uma "pensão" vitalícia equivalente a metade de uma aposentadoria e com a vantagem de poder trabalhar.

Caso ele tenha algum seguro de vida, poderá ter direito, também, a receber o seguro.

Estamos à disposição para auxiliar vocês no que for preciso.

Abraço.

 
18/01/2018

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